Em todo o mundo, milhões de pessoas acreditam que as suas ações e experiências têm uma ligação causal pela lei do karma. Esta causalidade é a pedra de toque de muitas das religiões e visões do mundo orientais, mas também tem sido apropriada, no ocidente, pela New Age.
Neste contexto, o karma tende a ser entendido como uma espécie de justiceiro cósmico exterior às nossas ações e à nossa vontade – daí expressões como «karma instantâneo» ou simplesmente «o que vai, volta». Esta visão simplista do karma não faz muito sentido, a não ser, como explica Osho, enquanto estratégia da mente para atribuir ao passado responsabilidade pelo presente, permitindo-nos permanecer numa posição de autocomiseração e vitimização: «Não fui eu, foi o meu karma.»
Osho faz, ao longo destas páginas, uma leitura do conceito de karma que nos desafia a parar de culpar forças externas por tudo o que sentimos estar errado nas nossas vidas. Encoraja-nos a pormos em prática a inteligência com que somos naturalmente dotados e as possibilidades de que dispomos para transformar o nosso presente, criar uma verdadeira mudança, e construir o presente – e o futuro – que queremos. Sem desculpas.
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Osho ha sido descrito por The Sunday Times de Londres como «uno de los mil artífices del siglo XX» y por el Sunday Mid-Day (India) como una de las diez personas -junto a Gandhi, Nehru y Buda- que han cambiado el destino de la India. En una sociedad donde tantas visiones religiosas e ideológicas tradicionales parecen irremediablemente pasadas de moda, la singularidad de Osho consiste en que no nos ofrece soluciones, sino herramientas para que cada uno las encuentre por sí mismo.