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Em Escritos Autobiográficos, Automáticos e de Reflexão Pessoal colige-se o diário de Fernando Pessoa, os seus textos mediúnicos e os textos reflexivos que versam uma variedade de temas. Os leitores deste livro ficarão a conhecer os dias em que Pessoa ia à faculdade, e aqueles em que não ia, os muitos livros que lia por dia, e os dias em que, como o poeta explica, não fez absolutamente nada. Não menos interessantes são os textos mediúnicos, nos quais Henry More desejava que Pessoa se casasse com a sua ex-mulher, tentando-o convencer em cada “conversa”. Por último, os textos reflexivos, sem qualquer intenção do autor para a sua publicação, mas deveras interessantes e pertinentes. Ficamos a conhecer melhor o maior e mais complexo autor da Língua Portuguesa. Richard Zenith explica na sua nota prévia à obra, por si editada: “O presente livro não é uma obra una e orgânica, que tenha de ser lida seguidamente sobre um tema, Fernando Pessoa, vasto demais para definir. E não é, aliás, nosso intuito defini-lo, no sentido limitativo do termo. Queremos, sem detrimento do seu ser multiplicado em existências literárias, revelar mais uma faceta: a do homem que realmente respirava, sentia, ansiava, sofria.”
Ficha Técnica
Editorial: Assirio & Alvim
ISBN: 9789723707977
Idioma: Portugués
Número de páginas: 535
Encuadernación: Tapa blanda
Fecha de lanzamiento: 04/02/2004
Año de edición: 2003
Plaza de edición: Lisboa
Especificaciones del producto
Escrito por Fernando Pessoa
Fernando Pessoa (Lisboa, Portugal, 1888-1935), escritor, crítico, dramaturgo, ensayista, traductor, editor y filósofo, fue una de las figuras literarias más importantes y complejas del siglo xx y uno de los grandes poetas en lengua portuguesa. Director y colaborador de varias revistas literarias, se ganó la vida como redactor de correspondencia extranjera para empresas comerciales, traductor y vendedor de horóscopos. Escribió en inglés (vivió en Suráfrica en sus años mozos) una parte de su obra, que se desplaza magistralmente de la vanguardia al clasicismo. Desdeñoso de la fama, propuso siempre lo que él llamó una “estética de la abdicación”, en la que incluía no sólo “la posibilidad de bienestar material” sino todo el sistema de relaciones humanas, desde el amor a la amistad, convencido de que el hecho divino de existir no debe asimilarse al hecho satánico de coexistir.